dez 9 2008

Ronaldo no timecão

Ronaldo, espero que voce nunca mais fale a palavra Flamengo, que pra voce, nunca significou nada mesmo … agora então, que poderia significar, voce escolhe um time de segunda divisão pra jogar.

voce não é e nunca foi Flamengo. não toque mais no nome do Flamengo seu Filho da puta. Voce é um comedor de Traveco, isso sim. Vai comer o Túlio ai no fregues do Mengão.

Torço pra que voce entre em campo, e quebre as duas pernas, os pés, a cabeça e vá pra puta que pariu ! Quero que tu morra seu safado. Vai pro caralho !

Vamos Flamengo, somos muito, mas muito maiores que Ronaldo!

Saudações Rubro-Negras !


dez 7 2008

E o Vasquinho caiu …

Final de Campeonato Brasileiro, mais um título do São Paulo, Flamengo mais uma vez fez um papelão … com a vaga nas mãos, perde de 5×3 pro furacão na arena da baixada. Vergonhoso.

Mas como não poderíamos deixar de falar, nosso “querido” rival caiu pra segundona !
Campanha horrível, jogadores fracos, técnico que não é e nunca foi técnico de nada, que já rebaixou o Fluzinho, só poderia dar nisso. Série B !

Espero que ano que vem, mude alguma coisa no nosso Mengão ! Ano novo, vida nova, TRICARIOCA emcima do Foguinho, o tão sonhado HEXACAMPEONATO e o vasco sofrendo pra não cair pra terceira divisão.

Ano que vem, tem clássico na segundona … Vasquinho x Duque de Caxias.

Saudações Rubro-Negras e deixo uma imagem pra todos ai !
Fuii !

Segunda Divisão

Segunda Divisão


nov 28 2008

Os dez mais do Flamengo

Livro Os dez mais do Flamengo

Livro Os dez mais do Flamengo

Chegou o Livro Os dez mais do FLAMENGO. Um livro em que Roberto Sander conta a história dos 10 maiores jogadores do Flamengo de todos os Tempos.

Os 10 maiores jogadores que estão no livro, numa votação feita por Roberto Sander são Domingos da Guia, Leônidas da Silva, Zizinho, Dequinha, Evaristo de Macedo, Rubens, Dida, Zico, Júnior e Leandro.

O livro possui 184 páginas e é da Coleção Ãdolos Imortais, lançado pela Maquinária Editora. Sai por apenas R$30,00

Adquira já o seu livro e guarde para sempre a história dos maiores jogadores do Mengão.

Saudações Galera !
Equipe Eu sou Flamengo


nov 28 2008

Para onde vão nossos jogadores?

Fábio Juppa tem toda razão ao criticar a “legião estrageira” na Gávea. Temos que regastar e dar valor a nossa tão famosa prata da casa.
Espero que nosso time de 2009 seja repleto de jogadores formados na Gávea. Seria muito bom comerçarmos o Carioca testando esses jogadores para eles adquirem experiência para o Brasileiro.
Porque querer colocar um jogador quem vem da Base no meio do brasileiro é suicídio. Não sei o que acontece com esses jovens jogadores, temos um time bom na base que não consegue subir para o profissional.

Onde foi parar Paulo Sérgio, Kayke, e o próprio Erick Flores? que promete ser um grande craque.
Poucos jogadores do junior conseguem chegar ao profissonal, porque será que isso acontece? Esse ano apenar o Aírton conseguiu manter uma sequência de jogos no time principal.
E o resto dos jogadores, para onde foram? Na minha opnião deveria existir uma grande preparação desses jogadores já no time junior para poder subir com calma e toda preparação e programação que é necessária, mas ao invés disso só vemos chegar contratações que não servem para nada, nem para o banco, como se viu esse ano, que custam uma fortuna para o clube. E no final ficamos sem jogadores com aquele espírito Rubro-nugro que a torcida tanto gosta.

Vamos lá Mengão, vamos conquistar esta importante vaga e arrebentar em 2009

Saudações Rubro-Negras,
Carol da Equipe Eu sou Flamengo


nov 27 2008

Sávio expulsa Ricardo Rocha no maraca

Salve Nação !

Estava eu vendo um Flamengo x Vasco no ano de 1995. Maraca cheio, campeonato carioca.
Começa o jogo e com 1 minuto de jogo, Ricardo Rocha da a primeira entrada violenta no Sávio. Um carrinho nas pernas do nosso atacante. Cartão amarelo pra ele.

O jogo prossegue e 4 minutos depois, Sávio recebe uma bola na ponta direita do ataque do Mengão e põe Ricardo Rocha que estava marcando ele pra correr. Sávio leva até a linha de fundo, ganha fácil na corrida e bota na frente. Ricardo Rocha não teve outra opção a não ser puxar o anjo loiro pela camisa.

Falta marcada pro Mengão e cartão vermelho pro zagueiro e capitão do Vasco Ricardo Rocha. Isso com 5 minutos do primeiro tempo. (veja as fotos abaixo)

Como jogava bola o Sávio. Ninguem ganhava dele na corrida.
Este jogo terminou 4×2 para o Flamengo. Gols de Mazinho, Válber, Jorge Luiz (todos de cabeça no primeiro tempo) e Sávio de Penalti na segunda etapa.

Confira as fotos da expulsão do Ricardo Rocha.

Sávio bota a bola na frente

Sávio bota a bola na frente

Ricardo Rocha marca de perto

Ricardo Rocha marca de perto

Sávio passa por ele e é seguro pela camisa

Sávio passa por ele e é seguro pela camisa

Sávio cai no gramado do maraca

Sávio cai no gramado do maraca

É a segunda falta de Ricardo Rocha em Sávio

É a segunda falta de Ricardo Rocha em Sávio

Sávio reclama da falta sofrida

Sávio reclama da falta sofrida

Léo Feldman nem pensa duas vezes. Expulsa Ricardo Rocha.

Léo Feldman nem pensa duas vezes. Expulsa Ricardo Rocha.

O Sávio jogava muita bola. Nesse lance não tinha o que fazer o Ricardo Rocha. Ou parava a jogada e era expulso como aconteceu ou o Sávio iria parar dentro do gol.

Vamos Mengão !
Saudações Nação !

Equipe Eu sou Flamengo


nov 27 2008

Pode correr, mas não pode se esconder

Salve Nação Rubro-Negra!

Os São Paulinos já estão todos oriçados com a possibilidade de se tornarem Hexacampeões do Brasil.
Já lançaram até desenhozinho do Hexa, tirando o 5 do penta e botando o 6 (foto abaixo)

palhaçada

palhaçada

mas lembre-se, que antes tem que ganhar do Fluzinho e do Goiás, para ai sim comemorar este Hexa.
Caso venha a conquistar este título, não ache que voces vão ficar sozinhos com este Hexa por muito tempo, como viram o Mengão ser PENTA isolado durante 15 anos.

Mengão ta se arrumando e não foi dessa vez, mas do ano que vem não passa. O HEXA é nosso ! não tenha dúvida disso …
E para ilustrar o que estou escrevendo, veja a imagem ai abaixo, que foi retirada do Blog do Flamengo na Globo.com.

Mengão HEXA !

Mengão HEXA!

Tão quase la Bambis, mas ainda não ganharam nada. Brinquem mesmo de já ganhou, que quando voces verem o Grêmio ultrapassando voces, já vai ser tarde!

Vamos MENGÃO! Liquidar o Goiás e conquistar essa vaguinha ai pra Libertadores !

Saudações Rubro-Negras
Equipe Eu sou Flamengo


nov 27 2008

A carta de um tricolor

Salve galera do Blog Eu sou Flamengo.
Vou postar um texto que é conhecido como a carta de um tricolor.

Sei que muita gente já leu esse maravilhoso texto. Mas sei que muita gente ainda não leu. O jogo citado no texto abaixo, é do Fla x Flu de 2004, quando Felipe e Roger (guerreiro) acabaram com o jogo e vencemos por 4×3, depois de estar perdendo por 3×1.
Se voce ainda não leu, leia, vale a pena.

“Foi dose. Nós fomos até lá. Estávamos lá dentro, naquele calor infernal. Ontem o meu filho Daniel começou a descobrir que existem duas coisas nesse mundo. Uma, é o futebol. A outra, é o Fla-Flu. Descobriu que esse adversário odiado é mais do que um simples time de futebol. É um time de futebol seguido por uma horda de loucos fanáticos, que se agrupam e fazem gol. Entram em campo e fazem gol. Fazem o segundo, o do empate e o da virada.

Numa única tacada ele descobriu o medo e o respeito que se deve ter dessa instituição e desse jogo, clássico de apelido garboso, colorido interminável e lotado de almas fanáticas. É coisa para gente grande. É jogo para quem tem o coração tingido dessas cores. De grená, verde, preto, vermelho e do branco que acompanha esse arco-íris. O ar que se respira no estádio é diferente, a atmosfera é diferente. Tudo muda quando você chega na Praça da Bandeira ou cruza a Zona da Leopoldina em direção àquela maçaroca de concreto. Um aglomerado velho e obsoleto, sem conforto ou segurança. Mas que vicia. Nos deixa dependentes dele e de seus mistérios e dogmas. É. O Maracanã tem dogmas. E não são poucos. São sérios o suficiente para fazerem de seus jogos eternos eventos com ares de seita. Com rituais próprios, cânticos específicos, liturgia. E consagração. Lá a gente aprende desde cedo que o jogo só termina quando acaba (it is not over until it is over, dizia o astro do baseball, Yogi Berra). E eu andava meio esquecido disso. Logo na chegada, quando descíamos o Oduvaldo Cozzi a pé, com o calor escorchante se despregando do asfalto, eu senti a atmosfera oblíqua.

Olhei pelo viaduto abaixo, me desviando de cambistas e flanelas, e enxerguei o capitão Belini erguendo a taça. Sempre cercado pelo burburinho da esperança. A meia hora do pontapé inicial, cada um nós se aproxima do portão com esperança saltando pelos poros. O menino de sete anos beijava o seu cordão sagrado, com a camisinha tricolor dependurada num barbante preto sebento. Olhávamos um tumulto nas bilheterias e a Raça Rubro Negra chegando pelo lado da Radial Oeste. Gente por todos cantos. O gesto dos punhos cerrados e cruzados ao alto e o prenúncio de arrastão. Esse é o grande contraste dessa minha vida de pequeno burguês. Pequeno burguês até na escolha do time de coração. Time que provoca engarrafamento no Rebouças, quando enche o Mario Filho, e fila nos restaurantes da Zona Sul depois dos seus jogos.

É só nesse dia de Fla-Flu que eu enxergo o contraste que existe entre as patricinhas sem sutiã da torcida tricolor e a tropa de marginais guerreiros da Raça Rubro Negra e da Torcida Jovem. Um abismo social. Do ambiente de clubinho direto para a vida-como-ela-é. Um pânico de mais de trinta anos. A língua incha dentro da boca e o medo me surrupia a nesga de esperança. A baixa-estima da elite quando se perde em meio ao nada. Ir a esse clássico é estar perdido no meio do nada. Subir a rampa nos Fla-Flus é sempre um constrangimento. Um exercício de mau gosto. Mudar de lado por ser menos numeroso. Por ter sido invadido em priscas eras, quando tomaram nosso lugar à força e nos mandaram para o lado direito das cabines de rádio. Explicar para um menino o porquê de naquele dia - só naquele dia, em mais nenhum outro - ter que virar para a esquerda, no sentido horário, é sempre uma pequena revolta. Ter que ver o jogo sentando naquelas faixas de concreto que abrigam bundas vascaínas é falta de higiene. Um desgosto que me acompanha desde criança, quando fui rampa acima ver o meu primeiro Fla-Flu, em 1977 (1×1).

Ontem, os deuses desse jogo se alojaram naquelas arquibancadas desde cedo. Pintaram e bordaram com as duas nações. Com 19 minutos do segundo tempo eu estava trepado na divisória entre as cadeiras amarelas e as brancas (o módulo central, que mistura as duas torcidas), fazendo o sinal de acabou com os braços, chamando um cara do outro lado de corno e entoando o famoso “ela, ela, ela, silêncio na favela”. Era o terceiro gol do gigante Rodolfo. Doze minutos depois, a favela vinha abaixo com seus gritos de guerra. E eu descia a rampa em ritmo acelerado, com um nó na garganta, cumprimentava o grande Belini e entrava no primeiro táxi que vi pela frente. O menino pedia para ficar. Se lembrava de um jogo com o Santos em que saímos 1 minuto antes e o time cavou um empate fantasma aos 48 do segundo tempo. Eu olhava fixo para a Avenida Maracanã de dentro daquele Santana velho. O taxista insistia em dizer que achava o estádio muito perigoso e que não gostava de futebol. Mas pedia detalhes do jogo e mantinha diálogo com a frustração escancarada do meu pequeno Daniel. Eu nunca tive medo dessa trupe. Nunca mesmo. Mas que é diferente, é. Os outros sempre foram fregueses. Sempre foram engolidos. Mas esses não. Peguei os piores momentos da história desse jogo, quando tínhamos que ir a campo ver Artur Antunes, Leovegildo, Leandro, Tita & Cia. Chegamos a enfrentar isso aí com times absolutamente medíocres, de zezés, galaxes e robertinhos. E eu nunca tive medo.

Mas sempre existiu uma coisa que me deixa perambulando entre o mistério e o pânico. Aliás, não é “coisa” coisa nenhuma. É metafísica. É o Sobrenatural de que tratava Nélson. É perturbante. É aquela massa uniforme pulando do outro lado. 23 minutos, 1×3, e eles não paravam de pular; ninguém saía do seu aperto; ninguém ia embora. Eles nunca vão embora. Eles nunca arredam o pé. Eles não se sentam, não param de gritar. Eles não sossegam. Me perseguem, me sufocam, me habitam os pesadelos e me causam pânico. Quando eu olho para o outro lado é isso que eu sinto. Eles acreditam mais do que os outros. Mais do que eu e todos os outros juntos. E disso, meus caros, eu me borro de medo. Eles jogam com 12. E jogar com 12 deveria ser proibido. Deixar Felipe andando de um lado para o outro, desfilando o seu repertório de categoria e classe, foi uma imprudência. E o jogo foi um jogo para a história. Dentro do táxi, uma frase de uma criança de sete anos ficou estalada no meu tímpano: “papai, eu tenho nojo deles”. Eu também tenho. É só o que posso dizer hoje. Mas se não fossem eles essa mágica não existiria.”

Cláudio Lambert (Tricolor)

Saudações Rubro-Negras,
Equipe Eu sou Flamengo


nov 26 2008

Hoje, 5 meses do Portal

Olá amigos do Blog do Portal Eu sou Flamengo!
Hoje, nosso site completa 5 meses de vida. Espero que todos que acessam nosso site, estejam satisfeitos com a forma que trabalhamos para a cada dia, cada pessoa tenha mais acesso a tudo que acontece com o nosso clube. Procuramos sempre colocar a disposição de toda a Nação, tudo que surge do Flamengo.

Não deixem de comentar nossos posts. É muito importante pra gente saber que as pessoas estão gostando ou não do Portal. do Blog.

Saudações Rubro-Negras a todos !
Equipe Eu sou Flamengo.com


nov 25 2008

Mais um ano se passou …

É nação Rubro-Negra … Mais um ano se vai e mais uma vez ficamos apenas com o nosso grandioso Campeonato Carioca.

Esse ano, completamos 16 anos sem o tão sonhado título de Campeão Brasileiro.  Não fomos tão mal se comparados a outros anos, sem dúvida nenhuma, mas com todo respeito aos times que vou citar, Flamengo não pode perder pontos pra quase rebaixada Portuguesa. Não podemos perder de 3×0 pro galo mineiro em pleno Maracanã. Não podemos perder aqui e lá para times que estávamos disputando o títulos, como São Paulo e Cruzeiro.

Espero que nosso time consiga conquistar a vaga pra Libertadores 2009.

Enfim, apesar da boa campanha durante todo Campeonato Brasileiro, não podemos repetir os mesmo erros deste ano. Pois criticar o Simon por não ter marcado o penalti a nosso favor, todo mundo critica, mas ninguem critica nosso meio campo, nossa defesa que falhou absurdamente nos gols do Cruzeiro. Por duas vezes os atacantes ficaram frente a frente com o Bruno para marcar os gols. Fora as outras jogadas em que eles perderam ótimas chances de gols, inclusive mandando uma bola no travessão.

Será que nossa diretoria nao enxerga que precisamos de um camisa 10 de verdade ? nosso camisa 10 é banco. Isso não pode acontecer no time do Flamengo, que já teve Zico e uns “menos votados”, como Pet, Sávio.

Precisamos de um homem gol. Mas um homem gol de verdade, que tenha a facilidade de fazer gols. Temos o Kléber Pereira do Santos, Leandro Amaral do Vasco. Não podemos continuar com Josiel, Maxi.

Porque não dar uma chance ao Zagueiro Thiago Salles ? Quando Angelim ou Fabio Luciano não jogam, é um deus nos acuda lá atrás. Com eles em campo, muitas vezes falhamos, sem eles não tem como.

Porque não parar de improvisar jogadores nas laterais, colocando Éverton e Sambueza, quando se pode ter laterais reservas.

Porque não enxergar que Marcelinho Paraíba não é atacante, que Ibson e Kléberson são volantes e não armadores ?

E pra terminar, porque o nosso querido presidente Márcio Braga não fica calado enquanto disputamos uma competição ?

Saudações Rubro-Negras à Nação e que pelo menos ano que vem conquistemos o TRI-CARIOCA.


nov 24 2008

Celso Garcia, descobridor de um ídolo

Faleceu ontem vítima de uma parada respiratória o jornalista Celso Garcia.

Celso de Paula Garcia, o garoto do placar, era um dos grandes nomes do rádio esportivo brasileiro. E foi em 1967 que ele assistindo uma partida de futebol de salão, avistou um garoto franzino de 14 anos jogando pelo Juventude de Quintino, no campo do River Futebol Clube, em Piedade.

E foi ai que Celso nos deu o maior ídolo de nossa história. Foi ele que nos deu Zico.
É uma pena. Um grande Rubro-Negro se vai. Segundo Zico, um dos maiores rubro-negros que ele ja viu.

Vai com Deus Celso Garcia. E muito obrigado por tudo.

Celso Garcia e Zico

Celso Garcia e Zico