Tropeço chato
Saudações meus caros,
Perdão pela semana ausente, por não ter comentado o clássico contra o Vasco (onde pra variar ganhamos mais uma). Estava em viagem para decidir importantes passos pro meu futuro na área do jornalismo.
Volto, no entanto, num momento chato. O importantíssimo duelo na Libertadores, que nos daria uma baita posição privilegiada na tabela e na competição em geral, acabou em derrota lá em Santiago para a Universidad do Chile.
Confesso que não vi direito a partida. O primeiro tempo foi recheado de conversas com um amigo que há tempo não via em um bar. O segundo perdi por estar ausente da TV. Cheguei ao final dele quando o placar já estava sacramentado.
O pouco que vi, senti um certo problema na defesa. Também uma baita carência na armação das jogadas, provando mesmo que Petkovic, mesmo bravo com aquela cara amarrada, deve ser o titular do time sem pensar.
Pacheco parece ter parado um pouco de funcionar. Aliás, seu estilo não é bem esse de parar, cadenciar e organizar. É mais correria, caindo para os lados.
Andrade ontem, infelizmente, mexeu mal. Kleberson era nossa saída de bola e Fierro entrou para tentar ajudar. Não sei se foi uma boa alteração.
Gostei mesmo de Rodrigo Alvim na equipe. Fica claro que o cidadão precisa estar no meio de campo no lugar do afobado e recém-improdutivo Toró.
Mas não há motivos para desespero. Perdemos fora de casa após ter vencido um duelo nos domínios visitantes. A tabela nesse ponto ajudou. Digo isso porque teremos, no returno, duas partidas no Maraca. Seis pontos conquistados nos coloca em grande condição de classificação.
É só não perder o foco…
E que venha o Bota no domingo!




